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*~ Menina má passando~*


ó!



Escrito por *~~Minerva~~* às 17h02
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The Captain of Her Heart...

It was way past midnight
And she still couldn't fall asleep.
This night the dream was leaving
She tried so hard to keep.
And with the new day's dawning
She felt it drift away.
Not only for a cruise, not only for a day.
Too long ago, too long apart
She couldn't wait another day for
The captain of her heart.
As the day came up, she made a stop.
She stopped waiting another day for
The captain of her heart.
Too long ago, too long apart
She couldn't wait another day for
The captain of her heart.
Too long ago, too long apart
She couldn't wait another day for
The captain of her heart.
As the day came up, she made a stop.
She stopped waiting another day for
The captain of her heart.
Too long ago, too long apart
She couldn't wait another day for
The captain of her heart.



Escrito por *~~Minerva~~* às 16h24
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Damage

 

Hoje assisti novamente o filme “Perdas e Danos”, do diretor Louis Malle, onde Stephen Flemming (interpretado por Sir Jeremy Irons) se apaixona loucamente por Anna (a excelente Juliette Binoche). Até aí tudo bem. Detalhe: Anna é namorada do filho de Flemming. Quando assisti ao trailler desse longa há alguns anos atrás, não sabia exatamente do que se tratava, porém depois de assisti-lo e de ler o livro, (de autoria de Josephine Hart, se bem lembro), fiquei tremendamente impressionada. O que deveria ser uma paixão boba ou até uma atração corriqueira, se torna numa relação extremamente desmedida e perigosa.

            Como disse o próprio Irons: “isso pode acontecer a qualquer um”... Tal citação choca, pois é difícil saber ao certo até aonde nossas idealizações podem nos levar. Pessoalmente, não acho o filme romântico, longe disso; trata-se sim do mais elevado nível de “loucura e obsessão”, pois o romantismo sem bases realistas nos leva a extremos... Às vezes em volta.

            Tudo isso me fez questionar sobre o por quê do amor romântico pois tudo é sazonal. Não se deve trocar uma vida por alguns segundos de prazer, sem pensar no todo. A vida, meus caros, é bem mais do que êxtase. Por outro lado penso na intensidade daqueles instantes com aquela mulher, mas até aonde vale a pena seguirmos nossas ilusões? É pra se refletir...

 

 

“Pessoas sofridas são perigosas, pois sabem que irão sobreviver”.

 

Stephen e Anna se encontrando na igreja...hehe!

 

 

Sir Jeremy Irons

 



Escrito por *~~Minerva~~* às 23h26
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Litro de Leite

 

            São 15h00min de domingo. As crianças e os jovens brincam lá fora, dá pra ouvir toda a gritaria. Um meio-calor, meio-frio. O clima de São Paulo, principalmente dos sub-bairros é um tanto misto. Uma cigarra começa a cantarolar, barulho de gente murmurando, cochichando.”Pega a bola,!”, “Não, pega você!” Um som de ambulância começa a soar. Ambulância! Barulho. Quando pensei que um acidente tinha acontecido, com gente estraçalhada no meio da rua, logo um alto-falante é posto no ar e uma voz feminina surge: “Micheli, essa é uma homenagem de fulano que te gosta muito, queremos que faça um discurso!”. É muito comum esse tipo de homenagem para as pessoas queridas, em sub-bairros. Sub-bairros, ou periferia, são esses lugares com pessoas sem muita noção das coisas. Elas gritam, cacarejam, ululam, sujam as ruas, são mal-educadas, andam em bandos familiares, compram tudo no carnê, fazem fila no supermercado e rezam por um desconto. Descem as ruas de chinelo e pouca roupa: os homens de boné colorido onde jaz a marca “Onbongo”, ou “Surf is cool” e as meninas de blusinha rosa e calça apertada mostrando o contorno das nádegas. Andam de cabelo molhado, cheio de creme de frutas barato. A barriga sempre aparece, onde reparo e me pergunto: “Que raios é isso?”

            A rua é assim: encardida, gente por todos os lados. Não é Paris, onde eu ficaria lisonjeada de descrever. Henry Miller¹, em sua estada por lá, descreveu os mendigos parisienses e as prostitutas como se fossem obras de arte. Eu não considero obra de arte o feio. O feio, mesmo sendo feio, tem de ter uma marca de belo. Mas essa feiúra, da qual falo, a feiúra da miséria, é uma desgraça fora dos contornos artísticos. A feiúra da falta de espírito. A feiúra da conformidade.

            Desço de elevador: Um cheiro de gente me apunhala as narinas. Olho-me no espelho, faço alguns ajustes no cabelo. Preciso de espelhos ou qualquer superfície que reflita minha imagem. Preciso me ver. Ver-me. Ver-se no meio da multidão. O porteiro demora a abrir o portão. Bato o pé descompassadamente, ele logo nota minha presença e pede desculpas. Rua: lugar onde transitam os carros. Os carros! Carro vermelho, amarelo, “tunado”, pneus rebaixados. Carro popular, carro mais ou menos, carro, carro. É de doer à vista. Descem, sobem, viram, contornam. Insulfilmados, normais, janela automática, quatro portas. O mundo dos carros. Não consigo atravessar a rua. É lotação, é ônibus, é moto querendo passar. Todos ao mesmo tempo. Mas eu só quero comprar um litro de leite! Não consigo atravessar a rua. Terminal Parque Dom Pedro. Esse veículo comprido e amarelo nos leva até o centro. Uma vez o peguei e fiz uma longa viagem. Estava muito calor que deixei o banco suado. Uma pessoa vomitou e ficou um cheiro azedo no ar. Fui tentar pegar meu Bilhete Único. Bilhete Único. Sim! Um grande avanço tecnológico hoje em dia. Quem não tem esse tal Bilhete sofre uma calamidade! Funciona assim: Você carrega com a quantidade x de dinheiro e pode pegar até 4 ônibus em duas horas pagando uma só tarifa. Há a possibilidade de viajar confortavelmente no trem e no Metrô. Uma comodidade. Mais gente nos vagões, muito mais confortável. Uma lembrança me ocorre: Anhangabaú. 17h00min da tarde. Plataforma final. Gente em todos os cantos possíveis. A moça queria descer e não conseguiu. Aí que ela caiu dentro do vão entre o trem e a plataforma. Que sufoco. Pensei por um instante que ela iria morrer! Morrer esmagada pelo trem! Mas não morreu. Uma sobrevivente.

Quero atravessar a rua. Olho pra um lado e para o outro. Nenhum carro por uns milésimos de segundo. Dou uma corridinha. Cheguei! Leite. O “Chega Perto” é um mercadinho onde não tem creme de leite! Teve um dia que eu queria fazer estrogonofe de frango e não tinha o tal do creme! Compro o leite. Mas tenho que atravessar novamente. Quando coloco a ponta do meu tênis no asfalto, eis que surge, como um raio num dia de chuva forte, uma lotação e quase me mata de susto. Esses perueiros são carrascos do volante. Torcem-se pra fazer uma curva. Ouvem a Transcontinental, com uma tal de Patrícia Liberato como locutora, que é de enlouquecer. Ensurdecer tanto os ouvidos quanto o cérebro. No painel, há uns adesivos e coisinhas penduradas. Ufa, consegui atravessar, depois do susto. Isso porque eu só queria um litro de leite Gegê. Uma pequena aglomeração adolescente no meio da passagem para o portão. Desvio de um, de outro. O porteiro não me enxerga mais uma vez. Porteiro desatento. Tenho vontade de mandá-lo prestar mais atenção. Não. É muito polido. “Filho da puta, dá pra abrir o portão, seu bosta?” Filho da puta. É um dos palavrões mais versáteis do mundo. Abre-se o portão. “Obrigada!” Por que será que temos que falar o que não queremos falar? Eu queria ter xingado, mas não xinguei. Queria ter dado uma “bica” no portão, ter mandado aquela cambada de crianças à merda, ter mandado o dono do mercadinho comprar o Creme de Leite, ter dado um tiro na lotação. Litro de Leite na mão. Elevador e cheiro de gente aglomerada me sobe às narinas, mais uma vez. O espelho do elevador está cheio de marcas de dedos, e o chão, repleto de farelos de salgadinho de cebola. Gostava muito desse salgadinho quando criança, onde colocava nos dedos e comia um por um. Infância. O momento mais mágico, místico e surreal de nossas vidas, onde uma tampa de caneta vira um barquinho e um palito de fósforo se transforma numa ferramenta ou em qualquer outra coisa. A criança consegue transformar tudo aquilo que deseja. Claro, não está aprisionada nesse mundo fantasmagórico do ser-trabalho, onde tudo tem de ter explicação e medida. A época em que fui mais feliz. Não tinha medo de nada: enfrentava injeções, antibióticos, dores de todos os tipos, inflamações na garganta, hospital, quedas, quebras de ossos, galos na cabeça. Criança é resistente. Parece que tem armadura invisível. Assistia ao Glub-Glub, ao Rá-Tim-Bum. Era tudo muito manual, imaginativo. Hoje, as crianças têm brinquedos que brincam por si próprios e o coitado do infante só fica olhando. 3º, 4º, 5º, 6º andar. Cheguei. Na parede defronte ao elevador, há uma pintura. Uma paisagem toda arranhada. Deveriam ter pintado algo mais abstrato.          Ao adentrar, minha mãe cozinhando: ela faz tudo caprichosamente. Corta os legumes enfileiradinhos, a cebola, o alho, a saladas. Os ingredientes hão de ser frescos, senão ela não fica em paz. Ela, em seus chinelinhos, sua dor de cabeça que não pára nunca, seus óculos trocados a cada um ano. Toda mãe é assim: nervosa, espalhafatosa, preocupada, exagerada. Mãe, mãe.

            A musiqueta da Ultragaz me desperta todos os dias. Se existe algo nesse mundo que me irrita, é a bendita música da Ultragaz. Mandei um E-Mail notificando que eu não agüentava mais o refrão numa voz feminina: “Ultragaaaazzz!”.

“- Filha, onde está o leite que lhe pedi?”

O leite. Quase tinha me esquecido.

           

¹ Escritor americano que morou em Paris na década de 50. Essa experiência lhe rendeu dois livros: Trópico de Câncer e Trópico de Capricórnio, onde retrata s sujeira e a decadência das ruas parisienses.

O Grito, Edward Munch.



Escrito por *~~Minerva~~* às 13h15
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Espaço Mínimo

 

Ela acordou com um muxoxo e, de repente, lá estava, de pé. Não sabia se estava de todo sonolenta, ou cansada. “Pensava: Mais um dia e tenho tanto sono!”. Estava com fome e tampouco com vontade de imaginar o que a esperava pela frente. Ora, se acordava muito cedo, não conseguia se concentrar nas atividades, se acordava tarde, não dava tempo de tomar café. E que fome sentia pela manhã! Roupa, roupa, qual delas escolher? E abria o armário: “Quantas peças!” indagava. Mas não se sentia bem em nenhuma delas. Ás vezes se vestia pra agradar aos outros, nunca a si mesma. “Se eu pudesse, viveria enfiada em vestidos fresquinhos, levinhos, andaria descalça”. Mas... São Paulo! O tempo é pesado, não se sabe quando vai chover, se o sol vai aparecer. Há de se andar com um guarda-chuva de um lado e uma blusa de frio de outro, e de preferência, com sapatos grossos, caso o tempo mude de repente. Nunca se sabe o que o Senhor do Clima está preparando.

E ela morria de preguiça de levantar cedo. Era como se pegassem seu corpo e o jogasse numa centrífuga gigante. Cambaleante, ia até o ponto de ônibus: sujo, frio e com pessoas feias. Pegava qualquer condução que a levasse até a estação de trem. Queria chegar logo ao seu destino.

Essa hora era a mais complicada para ela. Era tanta gente na estação e nos vagões, que mais parecia um formigueiro humano. Gente pra descer e subir escadas, gente pra comprar bilhete, gente pra embarcar, gente, gente, gente! E lá vai Ela, lânguida, tentar ocupar um espaço mínimo, talvez um espaço para colocar um pé, que seja. Precisa entrar...

Chega o trem e abrem-se as portas: uma multidão enfurecida se esbarra, se acotovela, se bate, se arranha, se morde pra poder entrar e ocupar o “tão almejado espaço mínimo”. Renderia uma tela para um pintor realista. Até arriscaria um título: “O trem às 06:45”. Como Van Gogh ou talvez Goya retratasse esse momento? Tintas borradas e misturadas, onde não se saberia o que era máquina e o que era ser - humano. Um quadro futurista talvez... Marinneti!

Aliás, quando se entra numa locomotiva nessa situação, esquece-se que é um ser - vivente, com nome, interesses e alma. Ela pensava: ”Oras, não preciso de um nome aqui, não sou nada aqui, ninguém se interessa se eu me machuquei ou se irei chegar bem”.

“Consegui!” Vibrava com êxtase pela sua entrada no vagão. Porém, certa que ficaria próximo à porta (lugar um pouco mais fresco), a multidão amalucada a empurrou bem pro meio da composição. “-Estou perdida, pensou”. “Talvez encontre um espaço pra respirar.” O meio da locomotiva era o lugar mais torturante, pois não há janelas, somente um fraco ar-condicionado: se o condutor não se esquecer de ligá-lo, ou este achar que está o tempo está frio. Ora essa, se não há ventilação, é necessário que o ar fique ligado durante todo o percurso.

E lá vai Ela, esmagada pela multidão. Num dado momento, alguém grita: ”não empurra não, hein!” E começa o falatório... Ela pega o seu radinho MP4 que adquiriu na Santa Ifigênia e o coloca nos ouvidos. É uma forma de abstrair-se da zum-zum-zum do povo. 07:50: o trem parte. O suor e o mal-estar começam a tomar conta do corpo da menina. “Não consigo me mexer, nem respirar.” Sente a aproximação de um frêmito, um mal-estar se apodera de seu pequeno corpinho, tamanha a agonia. “Não chega nunca!”. Ela sua sem parar. As gotas do suor começam a cair não sei onde, visto que não dá nem para visualizar onde se está. Tudo está molhado em seu corpo de 1,59: o cabelo, os olhos, a roupa, tudo úmido. E aquelas bocas que não param de falar, de reclamar: bocas com mau-hálito, axilas mal depiladas, cabelos mal escovados, roupas por passar e lavar. “Ah! Pensava a pobre, não vejo a hora de sair daqui, será que ninguém vai descer?” O trem pára na estação próxima. Entra mais gente. E a tortura não cessa. Num dado momento, eis que surge uma horda de religiosos, que se põem a cantar hinos, louvores... A irmã começa a orar em voz alta, começa a pregar, a berrar: “Jesus é nosso salvador”! Creia em Jesus, aceita Jesus! Ela respira fundo. Respirar pra onde? Respirar que ar? E começa a cantar baixinho sua música predileta.

Ah, suas músicas prediletas: New Order, Bryan Ferry, Depeche Mode, Beatles.. Bandinhas essas que ficam em nossas cabeças e não saem mais. “eeeverytime I see you falling, I got down on my knees and pray...” Cantarolava ela, imaginando uma pista de dança, um drinque e um grande amor, que segura sua mão, levando-a para conversar e indagar sobre coisas que não existem ou que deixamos de acreditar. Lugares que nunca estivemos, mas que sabemos, lá no fundo, que existem. Melodias ou sabores que não se fazem presentes ou talvez nunca provássemos ou sentiríamos, mas se fazem real em nossa mente e espírito. E que não se traduzem num vagão de trem, onde só resta espaço pra narizes fustigando uma fresta de ar.

 

Minerva

 

Ouvindo Double, "The Captain of Her Heart"

 

 Kurt Maloo e Felix Haug

 

 



Escrito por *~~Minerva~~* às 20h04
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Dimão...

Dimi descansando em cima da TV...



Escrito por *~~Minerva~~* às 20h02
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Sem título

*~~Reflexão Romântica~~~*

 

Acordou com o toque do celular. Tinha posto pra despertar, mas agora não precisava mais, pois havia desistido do compromisso. Um sono mal dormido lhe pesava as pestanas, enquanto o som das pessoas lá fora invadia seu quarto, como um aviso de que mais um dia se apresentava. Abriu a janela, um raio de sol atravessou o quarto.

Não tinha nada pra fazer. Tinhas oportunidades para fazer mudar o dia e sua vida. Mas tudo era igual. Questionava como o destino e as sociedades fazem de nós meros coadjuvantes, marionetes nas mãos de Deus. As coisas são predestinadas a fazerem aquilo pra que foram designadas. Queria o novo, o diferente, a luta pelo ideal não realizado, o não-conformismo frente às intempéries.

            A repetição das atividades embrutece o homem e este, por conseguinte, passa seu legado para as gerações futuras. Viver com o mínimo, produzir ao máximo. Embora soubesse de todos esses mandamentos existenciais, ainda se preocupava... “E aonde entra o meu individual numa sociedade em que tudo está pautado no coletivo?” Idéias Românticas... Eterno descontentamento.

            Decidiu parar de pensar e retomou as tarefas diárias, porém os pensamentos cortantes não paravam de ir e vir. Achava que estava pecando por questionar sempre o inquestionável. “Devo aceitar meu espaço, meus amigos, enfim, aceitar, pois gozo de saúde e de bem-estar. Do que mais preciso?”

            Começou a divagar sobre como seria um mundo onde todos seus desejos fossem atendidos, onde os homens amassem suas mulheres e não as traíssem, onde não houvessem classes sociais, nem hierarquia; cada um era um a seu modo e a única educação existente era a apreendida ao longo da vida, sem livros nem mestres. Lembrou de uma obra de Flaubert: dois irmãos saem à busca do conhecimento, mas ao final da trajetória tal busca não os auxiliou em nada, pelo contrário, aumentara-lhes o sofrimento. E é a partir de então que nascem as frustrações; a angústia pelo não alcançado, a ânsia pelo não vivido.

            “Sou uma eterna Romântica”. Começou a refletir sobre quando começou a pensar nisso. Claro, começou a estudar. Agora sabe que todo o desalento humano está baseado naquilo que se pressupõe Revolução Francesa, onde os modelos Clássicos foram substituídos pelos ideais do homem. O que o homem sabe sobre si mesmo e sobre o Universo?

            “Afinal, ainda não sabemos e continuaremos não sabendo da Verdade.”

 

 



Escrito por Minerva às 18h55
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